©  Ombro sem dor - Dr Luiz Felipe Marques

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    November 25, 2017

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    Tendinite tem cura?

    November 25, 2017

    De forma simplificada, a tendinite é um processo inflamatório que acomete os tendões. No ombro o mais comum dos tendões a ser comprometido é o supraespinhal, mas os outros tendões que compõe o manguito rotador também podem sofrer dessa patologia, assim como o bíceps.

     

     

     

    As causas para ocorrer tal problema são multifatoriais, dentre elas as mais comuns são o tipo de movimentação realizada no dia-a-dia, posturas inadequadas, formato do acrômio e desequilíbrios musculares. Portanto, para se curar uma tendinite deve-se abordar as suas causas, e não somente o processo inflamatório em si.

     

     

    Por que se submeter a uma cirurgia?

     

         A ortopedia atualmente tem a tendência de ser cada vez mais cirúrgica, e menos conservadora, devido ao aparecimento de novos instrumentais e materiais que permitiram o desenvolvimento de técnicas menos invasivas, portanto com menor morbidade, que levam a um resultado mais rápido, menos doloroso, e muito mais seguro aos pacientes.


        Até alguns anos atrás era comum vermos pessoas com fraturas sendo tratadas com gesso, que permaneciam por meses, e necessitavam de fisioterapia por outros meses, e muitas vezes acabavam com algumas sequelas; ou casos em que o tratamento era prolongado e sofrido, com uso de medicamentos e fisioterapia por longos períodos e no final o paciente consentia em se "acostumar com a dor". Outros casos que deram origem a muito receio em relação as cirurgias do ombro, era de pacientes que operavam mas que não conseguiam mais levantar o braço ou mesmo ter um uso funcional deste, permanecendo com as dores.


        Essas histórias serão cada vez mais coisas do passado e a justificativa é a tendência, que hoje já é realidade, dos novos métodos cirúrgicos serem menos invasivos (causando menor dano tecidual em músculos, fáscias, tendões e mesmo na pele), conseguindo atingir os locais onde se necessita realizar o procedimento com maior acurácia, menores índices de infecção e complicação, menores cicatrizes, menos dor pós-operatória, maior segurança para o paciente e reabilitação mais precoce para retorno as atividades cotidianas, esportivas e ao trabalho.

     

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